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Faça as contas para a casa própria caber no seu bolso

Quem não sonha em se livrar do aluguel e ter um imóvel próprio? É um objetivo quase unânime no Brasil, mas nem sempre a tarefa é fácil. É preciso ter muita disciplina, além de analisar o orçamento e calcular os custos, para conseguir alcançar o objetivo.

Saiba quais são os gastos e como se organizar para realizar o sonho da casa própria.

Se não é possível quitar o valor do apartamento ou casa à vista, é importante priorizar a educação financeira. O primeiro passo é tomar conhecimento dos números. “É preciso fazer o levantamento de qual é a sua receita e quais são seus gastos, ou seja, quanto você ganha e quanto você gasta e fazer o seu orçamento em cima desses valores”, explica José Rodolfo Melo Cavalcante Rodrigues,contador e coordenador do curso de Ciências Contábeis da Uninassau.

A partir daí, é preciso calcular o montante necessário para comprar o imóvel, levando em consideração todos os gastos que a iniciativa inclui. “A partir do momento que se conhece os números, é preciso priorizar o sonho da casa própria e analisar quanto será preciso economizar para comprar e quais rendas é possível agregar à receita, como FGTS e outras rendas”, acrescenta Rodrigues.

O segundo passo é pesquisar. Primeiro analisar bem o imóvel que agrada e que tem um bom custo-benefício, procurando sempre uma boa oferta. Segundo, pesquisar as instituições financeiras e o que cada uma oferece para o financiamento. “É importante ter paciência para pesquisar e conhecer as regras de cada uma. Ler as regras do contrato e saber o que pode ser alterado. Analisar qual oferece a melhor taxa de juros. Pode também avaliar se colocando a parcela para ser paga em débito automático pode ficar mais barata do que pagando no boleto. Com uma boa pesquisa e paciência pode até ser possível conseguir uma parcela mais em conta”, diz o contador.

E, por fim, é importante contabilizar os demais gastos além da prestação do financiamento, como intercaladas, valor para entrega das chaves, o condomínio – e lembrar de contas já existentes, como energia e água.

De toda forma, somar tudo isso é importante para saber se o sonho da casa própria cabe no bolso. “Dependendo da localização, do banco que vai financiar, do preço do imóvel, é possível até chegar a um valor mais barato do que o aluguel. E isso vale a pena porque você vai estar pagando por algo que, no futuro, será seu. Mas é importante fazer todos os cálculos para que tudo esteja dentro do seu orçamento”, ressalta José Rodolfo.

Quem tem uma renda menor não precisa desistir do sonho da casa própria. É possível aproveitar o subsídio do programa Minha Casa Minha Vida. O valor do imóvel que se adeque ao programa varia de acordo com a base da população de cada cidade. Por exemplo, uma pessoa que tem uma renda R$ 1.600,00, dependendo da localização, pode ter até R$ 27.000,00 de subsídio, o que pode até cobrir o valor da entrada e facilitar a compra. Ou seja, quem se enquadra no Minha Casa Minha Vida tem mais vantagem.

Fonte: Zap Imóveis

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